Tecnologia do Blogger.

29 de junho de 2009

A Menina Que Roubava Livros - Markus Zusak

Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler.
"A menina que roubava livros" me deixou tão impressianada, talvez pelo fato de que "quando a morte conta uma história, você deve parar para ler". O livro foi escrito por Markus Zusak, um escritor australiano, e narra a história pelo ponto de vista da "morte" sobre Liesel Meminger, uma menina com quem encontrou e foi tapeada por ela três vezes.
O livro é espetacular e vale a pena ler.
Tem muitooo tempo que li esse livro, mas me marcou muito e lembro bem dele. Foi um dos primeiros livros que começei a ler por vontade propria, daí então nunca mais consegui ficar um dia se quer sem ler livro algum. Agora me "perdi" ou será me "encontrei"... no mundo dos livros; e sempre me deparo com livros fantasticos (como esse) ;D
Assim que eu ter uma folga na com a pilha "enorme" de livros que me esperam, vou ler esse livro novamente.
Sinopse:Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, O Manual do Coveiro. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.
.:: RECOMENDO ::.
Minha avaliação:
☆☆☆☆☆

2 comentários:

  1. Muito legal seu blog!

    Vi que está lendo A Menina que brincava com Fogo - eu adorei esse livro. Você leu o primeiro: "Os Homens que não amavam as Mulheres? - é muito bom também.

    bjs

    ResponderExcluir
  2. Regina, Obrigada ;D
    li sim, ameiiiii muito

    Bjs!

    ResponderExcluir